segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O jeito do "jeitinho"

Impressionante como o Brasil faz questão de manter intacta a pecha de ser o "país do jeitinho". Impressionante! A última, agora, é a história do projeto de lei que criará a figura do tal "paralegal", para todos aqueles bacharéis e bacharelas em direito que não conseguem aprovação no exame da OAB, poderem trabalhar na área jurídica de forma maquiada e devidamente inscritos nos quadros do poder supremo da advocacia brasileira. Imperioso afirmar que isso se dará certamente numa lista paralela, haja vista que a Ordem dos Advogados, ao menos na teoria, tem se apresentado contra tal medida.

Ora, não seria mais lógico discutirmos os reais motivos das acentuadas reprovações nos exames da OAB? Será um problema na qualidade do ensino superior em direito (e no resto todo!), no Brasil? Será o exame feito nos moldes de concursos, os quais, ao fim e ao cabo, não medem qualidade de ensino, mas sim competência na decoreba? Será a OAB o órgão  juridicamente competente para promover o referido exame?

Enfim, são algumas questões que devem ser levantadas, antes de tudo; e, principalmente, ao invés de se propor estas leis mirabolantes e inúteis. Aliás, como os nossos legisladores são fracos! No Brasil, o jeitinho de dar uma resposta a sociedade é fazer uma nova lei, tornando as punições mais severas e etc..., como se resolvesse não combater o mal pela raiz. Desmanchar uma casa de madeira tomada pelos cupins e construir uma nova moradia é a maneira mais fácil de se resolver o problema imediato; todavia, se a terra não for tratada, muito em breve a praga tomará conta da nova casa, novamente.

Vivemos num país em que a educação não é a prioridade. Também não figura como foco secundário ou terciário, afinal, não é inteligente dar inteligência ao povo, correto? Aí, vivemos numa política de enganação, inventando leis idiotas e fúteis, para que nossos "doutos" políticos se façam parecer que estão atuando em favor do povo. Volto a afirmar que a única chance de transformarmos este país em algo sério e próspero, é se formos descobertos novamente. A corrupção está já nas entranhas... Nada mudará com a mudança do governo e de seus titulares, infelizmente.

Este projeto que cria o tal "paralegal"; ou "estagiário de luxo"; ou "subadvogado"; ou como queiram denominar, é mais uma demonstração que, de fato, já estamos no fundo do poço e ainda cavando. Vai ver esta seja a solução: acharmos o Japão e buscarmos o progresso pelo buraco. Falando nisso, como têm buracos nas ruas, estradas e rodovias desta nossa região hein?

No país do jeitinho, o jeito do jeitinho é fazer parte do sistema ou morrer tentando. Sorte a minha é que nasci gaúcho e não me mixo pra peleia. Sorte a minha!

Abraço e boa semana a todos.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Cenas de cinema

Hoje pela manhã, pensando no que escrever para a tradicional postagem de sexta-feira, cheguei a cogitar abrir minhas preferências para o Ronco do Bugio, que inicia hoje em São Chico. Mas, com tantos amigos na disputa, fica até complicado traçar comentários eletivos. Felizmente, estamos muito bem representados e, ganhando Cristiano Martins; ou Jardel Borba; ou Tomaz Schuch; ou Zezinho; ou Volnei Gomes e Eder Nativo, São Chico subirá no topo do pódio e isso é o que importa. Logo, boa sorte meus amigos, pois o talento se esparrama pelas frestas do CTG Rodeio Serrano.

Aí, vi que alguém compartilhou no facebook um trecho do filme "Perfume de Mulher", justamente a cena onde o grande Al Pacino, que faz um deficiente visual na película, dança um tango com uma jovem mulher, cujo nome da atriz confesso que desconheço. Uma das tantas cenas clássicas do cinema. Esta é daquelas que vale o filme inteiro. Outros tantos filmes marcaram época por causa de trechos memoráveis. Eu, particularmente, gosto de algumas específicas:

* Um tiroteio no meio de Chicago, no filme "Fogo Contra Fogo", também estrelado por Al Pacino e que conta ainda com Robert De Niro e Val Kilmer;

* Muitas cenas de "O Senhor dos Anéis: O retorno do Rei";

* Algumas cenas do filme francês "Rios Vermelhos", com o Jean Reno, baita suspense;

* Quando o Rocky manda para lona o Drago;

* O Coronel Nascimento moendo a pau um Deputado, em Tropa de Elite 2;

* A última corrida de "Dias de Trovão", com o Tom Cruise;

* Os roubos memoráveis na série "Onze Homens...".

Enfim, foram alguns exemplos que me vieram na cabeça neste momento. Muita coisa boa ainda falta elencar por aqui. O certo é que o cinema de hoje em dia carece de ótimos filmes. Faz, já, algum tempo que não vou ao cinema, por exemplo. 

Chegando o final de semana, até surgiu a vontade de voltar numa velha videolocadora para locar um desses filmes que mencionei acima.

No domingo, seguimos à velha São Chico!

Abraço e bom final de semana a todos.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Vai Roncar em São Chico

Na próxima sexta-feira, terá início a 23ª edição do Ronco do Bugio, em São Francisco de Paula, certamente o festival mais autêntico da música gaúcha. Também o único (ou um dos) onde o ritmo é um só, o bugio. O evento que quando surgiu era feito embaixo de um lonão de circo e depois passou para o ginásio de esportes, hoje parece ter fixado morada nas dependências do CTG Rodeio Serrano. Se por um lado causa estranheza um festival num CTG, por outro é de se elogiar a iniciativa, principalmente se considerar a estrutura que o Rodeio Serrano tem. Sem contar que a acústica no local é infinitamente melhor a de um ginásio que, convenhamos, não fora projetado para eventos musicais.

De início, tenho de elogiar a atual administração por valorizar o festival, numa época em que os festivais no Rio Grande deixaram de exercer papel de protagonismo cultural, tal qual nas décadas de 1980 e 1990. As pessoas podem não dar valor para a nossa tradição, mas é muito por causa dela que o Rio Grande ainda é respeitado além fronteiras. Não podemos relegar o que é nosso para viver a vida dos outros e como esses outros pensam. Só valorizando os festivais é que traremos os mesmos para o topo novamente. Por isso, repito, parabéns a atual administração por manter a chama acesa.

Ademais, outra novidade deste ano chamou bastante atenção. A organização resolveu abrir votação no facebook para a música mais popular (na prática, é isso) e disponibilizou o áudio das concorrentes para serem ouvidas. Sim, você pode entrar na página www.facebook.com/groups/roncodobugio ouvir as 12 composições concorrentes e votar naquelas que são são as melhores, no seu entendimento. Maravilha! Estamos no século 21 e passou da hora de avançarmos nesse sentido. Lembro que da primeira vez que mandei música, gravei o áudio numa fita k7 (risos); já este ano, o arquivo somente foi aceito por e-mail. Natural para o ano de 2014 e ponto final.

Sem adentrar no mérito de qualidade das composições, haja vista que tenho minhas preferências, gosto e estilo musical, ouso dizer que a concorrência será grande. O máximo que digo que das 12, temos 6 na real disputa do título e das 6 que restam umas 3 talvez não merecessem ter chegado tão longe. Mas como disse, tudo é uma questão de gosto e estilo. Como de costume, serão 6 músicas na sexta-feira, as demais no sábado e, no domingo, se reapresentam as 12 na grande final. Se eu pudesse dar uma sugestão, faria uma eliminatória, deixando para a grande final somente as 6 melhores; talvez, nestes termos, poderia se ventilar a ideia de termos 18 concorrentes e não mais 12. Enfim, são sugestões, apenas, deste reles mortal.

Por motivos de força maior, deverei me dirigir a São Chico só para a grande final, no domingo. Prestigiarei o festival, pois, somente assim, voltará para seus grandes dias de glória, quando o ginásio municipal ficava pequeno para tanta gente. E quando a gaita começar a roncar e fazer tremer as paredes do Rodeio Serrano, terei a certeza que o bugio de São Francisco de Paula nunca irá morrer. Graças a Deus!

Abraço e boa semana a todos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Eu e agosto

Num belo dia mormacento de verão.... Plenamente justificado, não tivéssemos no primeiro dia do mês de agosto. Mas, vou parar de me repetir e passar a falar coisas diferentes. Ou, nem tanto (risos). Até certo tempo atrás, lembro que o primeiro texto do corrente mês de agosto tratava de dizer e repetir o quão não gostava do tal "mês do desgosto". Duns dois ou três anos para cá, todavia, por alguma razão deixei de tratar o agosto como o pior mês. Pois quis o destino que eu viesse a me casar e me formar justamente no mês de agosto. É agosto o mês do advogado, carreira que trilhará comigo os passos do futuro. Então, como não gostar deste mês que hoje se inicia? 

O bom da vida é cada um que faz. Feliz de mim que tenho a oportunidade de voltar atrás e passar a gostar de agosto. Será um grande mês, não tenho dúvida.

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No terceiro parágrafo deste texto já percebi que ele se direciona para o formato em tópicos, que é bastante interessante quando as notícias não carecem de um maior aprofundamento. Pois tentando me lembrar os motivos que fizeram surgir o ranço para com este mês, o que me vem na cabeça de pronto foi a minha saída de São Chico. Pois foi aos três dias do mês de agosto do ano de mil novecentos e noventa e seis que abandonei a minha querência amada e passei a viver em Novo Hamburgo, abrindo cancha para uma série de tantas outras mudanças que dali surgiram.
Nunca se está feliz longe da sua terra. Mas, e sempre tem um más em tudo, o mês de agosto, quase duas décadas depois, parece reservar novidades muito positivas. E segue o baile!

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A primeira vez que mandei música para a triagem do Ronco do Bugio, também em São Chico, o festival passou a se realizar justamente em agosto. Infelizmente nenhuma das composições passou, embora uma delas, ao menos, merecia. De qualquer sorte, serviu de aprendizado e hoje escrevo músicas melhores ainda. Coisas da vida.

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Tá ficando pronto o material:


Abraço e bom final de semana a todos.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Tal qual os bolsos da guaiaca

Enfim, chego neste que tende a ser o último texto do mês de julho deste ano corrente. Até o presente momento, todavia, parece que as coisas da minha vida estagnaram; estão, pois, em "ponto morto", indo para trás ou para frente conforme a inclinação da estrada. E isso não é bom. Ao menos para mim que, admito, gosto de trilhar caminhos previamente estipulados, o que é bom por um lado e ruim por outro. Nesta vida que é passageira, que é muito mais abstrata que concreta, talvez seja bom tentar vivê-la sem muita regrinha, sem ter para onde ir e onde voltar.

Mas sei lá. Quem é que sabe o que é o melhor para a sua vida senão você mesmo?

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Não gostaria de me repisar, mas que campanha eleitoral mais chinela esta hein? Nenhum candidato tem algo novo para apresentar, nenhum trás uma esperança de um Brasil ou Rio Grande melhor. Preocupante o cenário político para os próximos tempos. O reflexo na economia, por óbvio, é inevitável.

Sequer sei o que ler. Os anti-PT pregam o terrorismo. Os do PT pregam o terrorismo. Começo achar que o Brasil está próximo de fechar as portas e devolver a chave para Portugal. Impressionante!

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Hoje tem Os Serranos na terça-feira da Sociedade Gaúcha de Lomba Grande. É certeza de casa cheia.

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Perdi, ontem, uma oportunidade de conhecer, efetivamente, a cidade mais central do nosso estado, Santa Maria. De passagem, estive por lá duas vezes. Uma pena. Aliás, sonho com o dia que entrarei no carro e desbravarei o Rio Grande de frente a fundo. Antes de conhecer o que é dos outros, tenho que dominar o que é meu.

Por hoje a coisa é pouca mesmo. Coisas de fim de mês. Tá igual os bolsos da guaiaca. Rasos.

Abraço e boa sequencia de semana a todos.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Chasque do novo frio

Num inverno que vem flertando com o outono e muitas vezes com o verão, neste ano corrente, bastaram previsões de temperaturas negativas para a mídia anunciar a chance de neve. Data vênia os profissionais da meteorologia, mas qualquer bom serrano sabe que com uma umidade daquelas dos dois últimos dias, não tinha chance de neve coisa nenhuma. Mas, o papel da daquela classe referida, é justamente especular, atirando para qualquer lado, sendo que, em acertando (o que ocorre na minoria dos casos), pode dizer: "conforme previmos ou alertamos em notícia divulgada em data tal". Por aqui, os interesses são ainda um tanto quanto escusos, a julgar que uma das principais empresas de comunicação é investidora do ramo de hotelaria na cidade de Gramado. 
Em suma, fique sempre com um pé atrás quando há promessa de neve para a serra. Por garantia, vá para São José dos Ausentes, onde a chance do fenômeno aparecer é bem mais acentuada.

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Confesso que esperava até mais frio para esta madrugada, que segundo as mesmas previsões já citadas, era para a ser a mais fria, seguida de amanhã. Depois volta tudo ao normal. Madrugada fria mesmo passei no ano de 2008, tocando bailes nas cidades de Sapiranga e na querida Cazuza Ferreira, distrito da boa e velha São Chico. Depois, já em 2009, no velho galpão do CTG Gaudérios da Saudade, em Estância Velha (creio ter referido acerca disso, algumas postagens atrás). O resto, senhoras e senhores, tudo perfumaria.

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Por falar em São Chico, amanhã tem um bom baile no CTG Rodeio Serrano, animado pelo Grupo Musical Cordiona, que por anos acompanha o Porca Véia. Aliás, haverá uma participação do músico recém aposentado, no fandango. Um belo programa, em que pese os valores: R$ 75 (por pessoa) com janta e R$ 40 (por pessoa) só o baile. Para fim de mês é um pouco salgado, convenhamos. Sempre que posso, elogio por aqui a atual patronagem do Rodeio Serrano, mas, dessa vez, acho que podiam ter dado uma maneirada.

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Na próxima terça-feira, a tradicional bailanta da Sociedade Gaúcha de Lomba Grande será animada por Os Serranos, que dispensa comentários pois é certeza de fandango de qualidade. No dia 22 de agosto, o conjunto de Bom Jesus estará animando um grande baile no CTG Sangue Nativo, em Parobé, ao custo de R$ 30 (por pessoa) com janta. Vai entupir o salão e agitará cidade do Vale do Paranhana, não tenho dúvida.

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Amanhã, mais um ensaio do Grupo Som do Pampa. Em breve, grandes novidades.

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E o mocotó, vai rolar neste final de semana frio? E aí, Lucas Schneider, vai fazer a mão ou não? Hehehe.

Abraço a todos e um bom final de semana.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

O símbolo democrático

Não é de hoje que vislumbro que os cidadão deste país não dão muita bola para eleições de cunho presidencial, que também elegem governadores e, o principal, àqueles que são os responsáveis por nos representar perante o Estado brasileiro como um todo. Tá certo que o advento da Copa do Mundo de futebol, desta vez realizada em solo tupiniquim, contribui para a timidez de uma campanha eleitoral que deve ganhar força mesmo com o aparecimento de mais um símbolo democrático e de liberdade de expressão do país, tal qual a "Voz do Brasil" - no rádio, que é o horário eleitoral gratuito. Aí as pessoas, na marra, terão de assimilar que já se passaram quatro anos da última eleição, embora na prática sequer tenhamos visto alguma benesse governamental. Isso aliás, independente do partido que manda, é a realidade brasileira desde que nos conhecemos por gente, creio eu.

Meu culpo por não dar tanta atenção para este tipo de eleições. A população dá mais valor para o pleito municipal, diante da proximidade do duelo, e esquece que de nada adiantará ter uma prefeitura bem administrada se o estado e o país não andarem no mesmo caminho. Todavia, no embate deste ano, particularmente, não há como se motivar, ante a simples análise dos nomes que se propuseram à candidatura. Não se vê, novamente opinião construída por este que vos escreve, no horizonte, algo que nos traga esperança de que dias melhores virão. Em verdade vos digo: é tudo mais do mesmo, pois só muda a cor da bandeira.

Daí é que me penitencio ainda mais. Cheguei a cogitar o voto "em branco"; felizmente, um devaneio momentâneo e já passageiro. Como esperar que as coisas tomem um rumo diferente? Diria que com deputados e senadores melhores, com mais vós ativa e sentimento ligado estritamente às necessidades do povo. Mas daí, sigo-lhes perguntando: adianta termos uma boa bancada gaúcha, quem sabe em mesma condição as do sudeste, se do norte e nordeste, salvo exceções, vêm o que provavelmente temos de pior?

Dessa forma, revive todo aquele ceticismo dentro de mim, que por tantos anos eu tratei de exacerbar por aqui e, duns dois anos para cá, tentei sufocar em nome da esperança e da fé. Não nos outros, mas em mim mesmo. Cogitei que se eu fizesse o certo e buscasse o que almejo o mundo acabaria ficando mais florido ao meu redor. De certa forma, não errei meu prognóstico, eis que minhas vitórias são frutos do bem que fiz a mim mesmo, contudo, chegamos a um ponto onde o caminho a pé fica quase impossível, mas a condução que deveria nos apanhar nunca chega e quando finalmente vêm, está tão lotada que nem dá para embarcar.

É esse o momento em que a esperança vira desalento e a fé vira procrastinação e raiva. Quem sabe o nobre horário eleitoral gratuito (e obrigatório), simbolo democrático - repisa-se, faça acender uma luz no final do túnel. Se bem que vindo da classe política, capaz dessa luz ser o popular "gato". Como dizia o saudoso radialista esportivo Cláudio Quintana Cabral, oremos!

Abraço a todos e uma boa semana.