quinta-feira, 23 de maio de 2013

Abaixo aos direitos do cidadão!

Acabo de assistir à matéria jornalística no Jornal da Band, onde fui informado que uma cidade do interior paulista (Santos – se não me engano), a partir de amanhã, deixará de aceitar moeda corrente no seu transporte coletivo, com o objetivo de diminuir a criminalidade. É a máxima do, se não há dinheiro, não há ladrão. Vou me furtar de entrar na seara da constitucionalidade do dispositivo legal que entrará em vigor, já que não é o tema principal deste.
A questão versa nos motivos da “necessidade” desta lei. No Brasil, temos, infelizmente, essa sina de cachorro sarnento. Ao invés de enfrentarmos de frente os nossos problemas, vamos andando pelas beiradas e protelando as mazelas. Ora, ao invés de combater a criminalidade dentro do transporte coletivo, ceifamos o direito do cidadão de ir e vir. Sim, pois a partir de amanhã, em Santos, só anda de ônibus quem tem um cartão, a espécie do nosso “TRI”. E se sou turista? E se meu carro quebrou e tenho que voltar de ônibus para casa? E se encontro o ponto de ônibus, mas não há local próximo para recarregar o cartão?
Essa é uma medida que ajudará (e muito!) as empresas de ônibus, já que deixará de ter prejuízo com os furtos. O povo, que aparentemente será beneficiado, ali na frente verá que esta no meio de um engodo: o marginal agirá em outras frentes, ao invés de abandonar a vida delitiva. Logo, senhoras e senhores, é mais um direito do cidadão que está sendo abatido sem que resultados, plausíveis, embasem tal medida. O tempo mostrará isso. Quem viver, verá!

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Outra papagaiada é essa da importação de médicos, para que venham para o Brasil suprir a visível carência de profissionais na área. O Conselho Federal de Medicina é contra. Lógico, nem esperava que fosse diferente. Acerta quando insiste na necessidade de que os profissionais estrangeiros sejam testados antes de começarem a clinicar por aí. Mas também quer fazer reserva de mercado. Alega, inclusive, a dificuldade da língua, pasmem. Alguém sabe a quantas anda a qualidade das nossas universidades de medicina? O Conselho de São Paulo fez teste com os residentes, meses atrás, e 54% reprovaram. O que aconteceu? Nada! Continuam trabalhando normalmente.
Afinal, o que vale mais? O direito de meia dúzia ou o direito de todos nós termos acesso a uma saúde pública e de qualidade?

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Amanhã o CTG Gaudérios da Saudade, de Estância Velha, inaugura seu novo galpão. Visto de fora, mostra o que é a grandeza da entidade. Bagual e meio. Para coroar esta grande inauguração, Os Monarcas. É baile pra história do tradicionalismo. Parabéns, Gaudérios da Saudade. E que em breve possamos estar lá, tocando mais um baile.
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Abraço e bom final de semana a todos

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Papo de boleiro

Para coroar esta semana, que está longe de ter sido uma maravilha, tive que assistir uma matéria num jornalístico televisivo matinal, dizendo que uma pesquisa (inglesa ou norte-americana - não sei) afirmou serem os jogadores de futebol uma das classes mais inteligentes do ser humano. Fazer o que com esta informação? Se enterrar, eu acho. Se bem que não é de toda errada. Só jogador de futebol consegue fazer milhões de idiotas torcerem que nem loucos por um esporte, sem ganhar nada por isso. Eles, do contrário, ganham muito. mas muito mesmo. Se perderem, então, parece que ganham mais ainda. Logo, são mesmo inteligentes os jogadores de futebol, afinal, qual outra profissão glorifica o fracasso?

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Por pouco, deixei de dormir na quarta-feira, depois da eliminação "precoce" do Corinthians da Libertadores. Foi doído ver o árbitro meter a mão no time paulista (haaahahahahahahahahahahahahahaaha). Engraçado que, quando meteram a mão no meu time em 2005, tirando o título brasileiro legítimo do Inter, daí estava tudo certo, não é verdade?
Pois é. Coisas de um imoral futebol brasileiro.

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Graças a Deus, nunca me animei muito com Seleção Brasileira. Do contrário, estaria cortando os pulsos, a esta altura, em razão daquela convocação esdrúxula do (ex) técnico Felipão. Tá difícil ser campeão do mundo na copa do Brasil.

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Não gosto de falar de futebol aqui. Quando envolve paixão, é complicado falar alguma coisa, já que as pessoas sempre levam as coisas para o outro lado, se ofendem. O mesmo sobre a religião. Me cocei esta semana para falar do caso do pastor que tinha na garagem mais de um milhão de reais em automóveis e que está sendo acusado de abusar sexualmente de fiéis. Para mim, usar Deus para este tipo de coisa passa do charlatanismo. Mas, acho difícil tratar do tema, em razão da fé das pessoas. Nem sempre a fé é utilizada para o bem, a meu ver.
Mas voltando ao futebol, nos últimos tempos passei a olhar o esporte com mais ceticismo. Continuo sendo um colorado fervoroso, que se irrita vendo o time jogar, e que ainda confia na instituição. Não posso falar o mesmo dos jogadores de futebol. Desconfio desta paixão que dizem ter pelo clube, e mesmo da raça que julgam impregnar nas partidas.
Principalmente, num mundo capitalista em que vimemos. Acho que o amor do jogador de futebol está, ao cabo, no seu bolso. Estão errados? Errados somos nós que sustentamos esta ostensão toda.

Abraço e bom final de semana a todos.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Um friozito pra maio

Por vezes, não nos damos conta de que o tempo passa muito rápido. Então por que euforia e afobamento? De pensar que, a meu ver, parece que foi ontem que entrei naquele ônibus e deixei São Chico, para morar em Novo Hamburgo. Um sábado ensolarado de agosto. Nunca esqueci. Assim como jamais esquecerei da minha origem serrana e deixarei minha gente. Sei que sempre estou perto, mesmo estando longe. Passados quase dezessete anos desta mudança, a cada começo de inverno bate uma saudade de São Chico, do minuano tremulando às franjas do pala, dum mate amargo de boa erva e dum pinhazito assado no fogão à lenha. Aliás, dá para se dizer que a fumaça saindo das chaminés das casas acaba por embelezar ainda mais a paisagem, guardadas devidas proporções. Enfim. Lá não é como aqui, e aqui nunca será como lá.

Não sei se as pessoas se assustam um pouco com o frio repentino mas, de fato, me surpreende, este "problema" que as pessoas tem com o frio. Quando saí de casa hoje, dizia no rádio que a temperatura ambiente era de 12°C. Tá certo, que pra outono já tá quase que se passando, mas ainda assim nada muito gritante. Saí de casa com um blusão (de malharia, com lã sintética - hahaha), por óbvio, e assim como eu, uma minoria se vestia da mesma maneira. A maioria, contudo, parecia estar vestindo tudo que havia de "quente" em seu guarda-roupas. Que loucura! Será saudade das roupas de inverno?

De minha parte, ouso dizer o fato de ser cria de São Chico ajuda (e bastante) a não se assustar com o frio. Ouvi dizer que até nevou esta semana por lá! Ademais, o "gritero" com a friagem que dizem estar pairando por aquelas pastagens. Não duvido. São Chico é terra boa, de gente forte e hospitaleira, e fria. Como diriam Elton Saldanha e o saudoso e eterno Rui Biriva, em Castelhana, "tá frio na minha cidade, a bem da verdade está frio demais". São Chico é terra de que a cerração baixa até no verão. São Chico é única, não adianta!

Depois, descobri que o meu apartamento consegue ser mais frio que a rua. Sim, dentro de casa é mais frio que na rua (ao menos uns 2°C - com sensação maior), culpa da posição geográfica que não coloca para dentro de casa mais de quatro horas de sol, por dia. Mas não me queixo, vivo bem mesmo assim. Dessa maneira, aliás, já saio até mais preparado de casa.

De botar o poncho no sol?

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Hoje, é noite de Os Monarcas no CTG Estância da Liberdade, em Novo Hamburgo. Ingressos esgotados. Casa cheia. Galpão lotado de gente bonita. Baita baile. Mas, ficará pra próxima...

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Domingo é dia das Mães e, por aqui, não podia deixar de haver uma saudação, ainda que breve e singela. Mão é mãe, não adianta. parecem que são todas iguais. Encrencam com qualquer frescura e parece que tem um sentido a mais... É nosso porto seguro em tempo feio, e nosso freio na euforia ("Então por que euforia e afobamento?"). Sabem que as coisas boas vem ao natural...

Por não poder beijar e abraçar a todas, na pessoa da minha mãe, Dona Rosane, felicito todas as demais, com os mais sinceros votos.

Feliz Dia das Mães!


Abraço e bom final de semana a todos. 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

E o leite das crianças?

De fato, não estive presente por aqui na última segunda-feira. Entretanto, saliento que tal circunstância não será a única daqui para a frente, principalmente até a metade do mês de julho, ao menos. Me comprometo, todavia, a tentar estar presente aqui duas vezes por semana, como de costume. Seguimos. E essa do leite contaminado hein? Pelo que se vê, com o passar do tempo os espertinhos, sabedores que as "novas táticas" já não funcionam mais, e com o intuito de passar para trás os pobres consumidores,  estão se socorrendo de ideias antigas. Colocar ureia no leite para enganar a adição de água? De fato, os criminosos já tiveram táticas mais desenvolvidas. E menos prejudiciais a saúde.

Mas a casa cai, não adianta.

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Esse caso nos remete um problema maior: estamos nós a mercê de casos do tipo, podendo envolver outros tipos de alimento? Vejamos. Não sei como anda funcionando a vigilância sanitária e a própria inspetoria veterinária no que tange à fiscalização dos produtos, quer derivados do leite ou mesmo de origem animal, que necessitam de acondicionamento refrigerado.

Mas, por coincidência, no último domingo assisti no Globo Rural (a meu ver, um dos poucos programas que se salva na emissora) uma bela matéria acerca da produção de leite no Brasil. Em que pese não havia nenhuma fazenda visitada no RS, confesso-lhes que fiquei um pouco preocupado com o que vi, principalmente no que concerne às questões sanitárias e armazenamento e transporte do produto.

Sem bairrismo, não creio que a coisa seja muito melhor por aqui.

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Mas e agora, como fica o leite das nossas crianças? Ora, meus caros, se fossemos levar ao pé da letra nem dava mais para consumir o produto. Por que? Se eu for lá na fazenda Boqueirão, em São Chico, fazer uma visita à minha querida avó (vovó) Neuza e resolver tirar o leite direto da fonte (para quem não sabe, nesse caso, é a vaca); em não tomando tudo, terei de armazená-lo no refrigerador. Pois bem, assim fazendo, tenho certeza que azeda em no máximo 2 (dois) dias. Sim, eu disse 2 (dois) dias. Logo, como fazem para um litro de leite durar 1 (um) ano dentro de uma caixa de papelão?

Pois é, não tem milagre que possa explicar um negócio desses. Logo, não é só leite que tem dentro dessas caixas. Pobre das nossas crianças. Nada como o leite materno. E nada como um bom camargo tirado da vaca brasina, antes mesmo de clarear o dia, lá na Fazenda Boqueirão. Oh coisa boa!

Abraço a todos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Chasque pra começo de maio

Ainda que sexta-feira seja um dia mais direcionando para as notícias do tradicionalismo, nem sempre os assuntos em torno do tema são atuais ou então são importantes a ponto de serem descritos por aqui. Daí, nessas sextas, trato de falar sobre temas diversos, tipo hoje. Pensei muito no que falar. Por exemplo, é de se destacar que já estamos no mês de maio e em breve, bota breve nisso, já estaremos na metade do ano. Todavia, nada além disso, no que tange a maio, tendo para falar. Hoje está sendo um dia cansativo. O calor na rua é algo deplorável e a chuva parece que está pedindo passagem.

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Neste final de semana tem festa das Cavalhadas em Cazuza Ferreira, município de São Francisco de Paula. Um evento bonito, que retrata toda uma história de um tempo bom, que tendo a achar que já não vigora mais nos dias de hoje. Para coroar esta grande festa, amanhã baile com Os Monarcas!

Mas que momento!

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Por falar em Os Monarcas, o tradicional grupo de Erechim estará animando a próxima noite gaúcha da Sociedade Gaúcha de Lomba Grande, terça-feira, 07/05. Casa cheia, na certa.

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O grupo Som Campeiro, de Sapiranga, está de volta, com nova formação e promessa de baile gaúcho para a região. Sucesso aos amigos nessa nova jornada.

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No mais, gauchada, fico devendo um pouco mais de empolgação para este início de maio. Torço para que os dias de cansaço se restrinjam tão somente aos primeiros dias do novo mês, haja vista que a campereada é forte na sequência.

Um bom final de semana e fraterno abraço a todos.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sou mais Paixão!!!

E Érico Veríssimo também! Aliás, pra mim o Érico é um dos maiores escritores da história desse país. Sou fã incondicional. Mas afinal, do que estou falando? Pois bem, acompanhando o Blog do Giovani Grizotti (Repórter Farroupilha) li acerca de um malfadado texto excrito por David Coimbra. Para que eu não meta os pés pelas mãos, lhes transcrevo:


‘Mito do gaúcho’ gera atraso, diz escritor


sex, 26/04/13por Giovani Grizotti
categoria Tradição

Lí atentamente o artigo publicado pelo jornalista e colega David Coimbra, que busca encontrar argumentos para justificar o que considera conformismo do gaúcho som o “quase bom” e o “próximo do ótimo”. O jornalista afirma “desconfiar” que as razões dessa forma diferente de “ver o mundo”, tão diversa do “cosmopolita capitalismo paulista” (que buscaria o bom e o ótimo), tiveram iníciona década de 40, quando Paixão Côrtez fundou o primeiro CTG do estado, o 35.

A partir disso, na opinião dele, ” a vida campeira deixou de ser caipira para tornar-se motivo de orgulho”. David lembra, ainda, que na mesma época Érico Veríssimo lançou O Tempo e o Vento. Assim, “aparafusava na cabeça de todos os brasileiros a imagem do herói gaudério: o insuperável Capitão Rodrigo”.

Embora considere o romance do escritor “universal” e o movimento de Paixão, “nobre”, David entende que, a partir daí, o gaúcho passou a olhar para “trás” a “achar que basta” e a “viver do passado”. O que vocês acham?" (Dsponível em: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/reporter-farroupilha/platb/)


Sempre gostei dos textos do David Coimbra, em que pese admita que sua imparcialidade já fora mais eloquente. Torci pela sua breve recuperação, quando soube que tinha sido dignosticado com câncer. Todavia, Sr. David Coimbra, só tenho a lamentar tal posicionamento, ainda mais vindo de alguém que, a meu ver, conseguia escrever sobre a atualidade com o romantismo do ontem.

Feliz dum povo que tem Paixão Cortes e Érico Veríssimo para idolatrar. Feliz dum povo que tem cultura e história para cultivar. Você por acaso sabe qual é a cultura tradicional do povo de São Paulo? Com todo respeito aos paulistanos, mas é impossível enxergar algum movimento cultural, de raiz, num estado que fora construído por uma miscigenação de povos.

Logo, ainda que eu não creia ser o nosso tradicionalismo o culpado por um eventual "atraso" do Rio Grande, tampouco o bairrismo (nesse sentido, aliás, estranho ainda mais o  posicionamento do David, haja vista que fora de sua responsabilidade o prefácio do livro O Bairrista - que dispensa comentários!), utilizo-me deste espaço para refutar as colocações do autor, por assim considerá-las inoportunas e desrespeitosas para com o povo do Rio Grande.

Sou mais Paixão e Veríssimo. Prefiro estar fadado ao "atraso" econômico e tal, a renegar as nossas origens e o sangue que fora derramado por nós.

Dê-lhe Rio Grande!

Abraço e boa semana a todos.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Me rendi ao facebook

Por algum tempo, mais de ano, certamente, titubiei sempre que alguém dizia que eu deveria me cadastrar no facebook. Mas, e sempre tem um mas em tudo, um índio meio grosso, avesso às modernidades e talicoisa, como eu, relutava. Num comparativo com o meu irmão, por exemplo, fiquei mega feliz quando ganhei um videogame master system, lá nos idos de 1994 ou 1995. Achava um máximo ter um videogame mesmo sabendo que o meu modelo nem era dos mais estilosos. Esta alegria não durou mais que dois meses, por certo. Já o Arthur (o meu irmão) acaba de ganhar o PS3 (já tinha o 2 e "morria" se não ganhasse este novo). Computador eu ganhei um em 2008, salvo engano, e o meu pai é que parecia o guri faceiro da história. Há três anos, comprei um notebook para mim. O que tinha a tela maior, já que para mim o que vale é a facilidade de uso (ainda que há a dificuldade no transporte). Pois só se falam hoje em dia em iphone, ipad e não sei mais o que. Aliás, sequer sei ao certo para que serve estes "trecos" aí.

Daí, de se esperar a minha reticência para com as modernidades. Para se ter uma ideia, o tal orkut eu nunca tive, nem twiter e tudo o resto. Mas o que me fez mudar de posição? Na realidade, passei a ter problemas para acompanhar as notícias acerca da minha formatura, já que a comissão estava anunciando quase que exclusivamente pelo facebook. Daí, não me restou outra alternativa senão adentrar neste meio de comunicação do terceiro milênio. Com o nariz torcido, confesso. Mas confesso também que aos poucos, fui começando a achar algumas vantagens neste negócio. Revi (ainda que por foto e contato on-line) alguns amigos que a muito não via, colegas de escola, de música e etc. Pude me aproximar (ainda que haja uma distância visível) de muitos operadores do direito, que durante todo o meu curso eu li e estudei por seus pensamentos. Enfim, nem tudo está perdido nesta vida.

Me rendi ao facebook. Como um índio grosso é daqueles dificilmente volta atrás, vou ficando e aproveitando o que de bom surge. O que não presta, justo por não prestar eu deixo de lado e segue o baile.

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Assisti, por acaso, uma reportagem sobre contrabando em alguma emissora de televisão na hora do almoço. Boa e interessante reportagem. Daí, surge a pergunta que não quer calar: fosse a carga tributária menos onerosa em nosso país, haveria necessidade de contrabando?

De destacar que o aparato todo da Polícia Federal não deve custar pouco. Mas, enfim, vivemos no Brasil, não é verdade?

Abraço a todos.