Poucos artistas ficaram marcados por tamanha irreverência, aliado ao talento ímpar, como do cantor de Horizontina, o grande Rui Biriva. Não ficava gente parada em seus shows e sua história musical está aí, gravada na história para que todos possam ver e ouvir ainda hoje.
Recordo-me dum show (o único) que assisti pessoalmente dele numa Festa do Pinhão em São Chico; anos depois adquiri um DVD gravado ao vivo em uma festa também - na cidade de Portão/RS, o qual guardo como relíquia para, de quando em vez, assistir e ouvir a sua sonoridade musical e todo o resto que sempre proporcionou.
Toco nesse assunto pois, sábado, dia 25 de abril, completou-se 15 anos de sua morte. E parece que foi ontem. Uma década e meia se passou e uma pessoa como o Biriva segue fazendo falta.
Castelhana, Santa Helena da Serra, Pé na Estrada, Tchê Loco, Rebanho de Agonias, Canção do Amigo... Músicas que cantarolamos ainda hoje em dia e assim faremos para sempre, pois são poesias melodiosas eternas.
Por isso sigo me repetindo mesmo 15 anos depois:
O Biriva não morreu. Não morrerá jamais!
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Findou abril e o pinhão este ano está pouco.
Boa semana a todos.
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