O samba perdeu, ontem, um dos seus maiores expoentes: Benito di Paula, aos 84 anos. Autodidata, como mesmo explicou ele, exímio pianista, com voz marcante e inconfundível, foi levado por aquela doença maldita a que me recuso a citar.
Um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos. Muitos não sabem, provavelmente, mas é o segundo artista mais regravado da música popular brasileira.
Talvez o seu maior sucesso, conhecido em cada canto deste país, seja "Charlie Brown", mas também nos brindou com "Do Jeito que a Vida Quer", dentre outras tantas, e com aquela que nunca faltou no meu repertório das mais ouvidas, em que pese um gaudério de quatro costados: "Retalhos de Cetim".
"Não pensei que mentia, a cabrocha que eu tanto amei..."
Morreu Uday Velloso, mas nosso amigo Benito e sua obra singular, estes serão eternos.
Grande perda pra música brasileira.
Sentimentos à família e para o samba.
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Boa semana a todos.

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